Quero - te mesmo por capricho
Quero - te mesmo sem saber
Quero - te mesmo sem querer - te
Quero - te mesmo sem poder
Quero o calor do teu corpo
Quero arrancar - te os pedaços
Quero que em mim te enfies
Quero em ti me enfiar - te
Quero o néctar que te provém dos lábios
Quero gota a gota, cada sumo teu
Quero a polpa e o bagaço
Quero de ti o que a ninguém deu
Quero teus sonhos, desejos, paixões
Quero esquadrinhar - te
Quero conhecer tuas vontades
Quero me perder em tuas entranhas, sem perder minha liberdade
Quero - te infinitamente mas preso a um corpo finito
Quero - te sem demora, pois o viver tem me consumido
Quero - te mas o relógio inssiste em me matar
Quero - te contra o medo que me faz silenciar
Quero - te não em um mundo inventado
Quero - te real entre o sacro e o pecado
Quero - te mais que a crença e a ideologia
Quero - te além dessa vã filosofia
sábado, 5 de setembro de 2009
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Lusa Nação
Tu eis a última Flor do Lácio
Flor de imensurável beleza
Quão rica e linda tu eis
Amada Língua Portuguesa.
Mãe de tantas Pátrias
Tu eis uma grande nação
Carregada com tantos sotaques
Faz tantos povos irmãos.
Os mares do descobrimento
Os quais Cabral desbravou
Levaram encanto e magia
Do seu infinito esplendor.
Aqueles que querem te dominar
Aviso não ser fácil missão
São pontos e vírgulas, agudos e graves
Para dar-te interpretação.
No globo tu eis conhecida
Como um mar de sonoridade
Mas o mundo em ti admira
A bela palavra saudade.
E agora, assim, então, me despeço
Querido, amado, leitor
Esses versos são simples, eu juro
Não são de nenhum trovador.
Wagner Alcântara
Flor de imensurável beleza
Quão rica e linda tu eis
Amada Língua Portuguesa.
Mãe de tantas Pátrias
Tu eis uma grande nação
Carregada com tantos sotaques
Faz tantos povos irmãos.
Os mares do descobrimento
Os quais Cabral desbravou
Levaram encanto e magia
Do seu infinito esplendor.
Aqueles que querem te dominar
Aviso não ser fácil missão
São pontos e vírgulas, agudos e graves
Para dar-te interpretação.
No globo tu eis conhecida
Como um mar de sonoridade
Mas o mundo em ti admira
A bela palavra saudade.
E agora, assim, então, me despeço
Querido, amado, leitor
Esses versos são simples, eu juro
Não são de nenhum trovador.
Wagner Alcântara
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Maximizar
O meu amor é como uma carruagem
Guiada por cavalos desgovernados
Para aonde o guiarão, não vou pensar
Outro dia, quem sabe, o amanhã dirá.
O que menos importa é a direção
Um caminho com ou sem escalas
Há um horizonte me esperando
E uma estrada sob o negro manto.
Por mais bonito que seja o bordado
A mão que o fez, pode desfazê – lo
Todo o amor será perdoado
Para quem não compreendê – lo.
Viver a vida sem reservas, porquês ou blá, blá, blás
Chega de lero, lero; quero experimentar
Com tantas possibilidades não vou me limitar
Como o amor nunca é demais quero MAXIMIZAR.
Wagner Alcântara
Guiada por cavalos desgovernados
Para aonde o guiarão, não vou pensar
Outro dia, quem sabe, o amanhã dirá.
O que menos importa é a direção
Um caminho com ou sem escalas
Há um horizonte me esperando
E uma estrada sob o negro manto.
Por mais bonito que seja o bordado
A mão que o fez, pode desfazê – lo
Todo o amor será perdoado
Para quem não compreendê – lo.
Viver a vida sem reservas, porquês ou blá, blá, blás
Chega de lero, lero; quero experimentar
Com tantas possibilidades não vou me limitar
Como o amor nunca é demais quero MAXIMIZAR.
Wagner Alcântara
Ciano
Azul da cor do céu
Azul da cor do mar
Azul é o seu olhar
Onde quero navegar.
Navegar pra me perder
Mergulhar em seu olhar
Ninguém irá me buscar
Se nesse azul me afogar.
Nas profundezas tuas
encontrei destruição
Não havia carinho, felicidade, compaixão
Havia um vale de ossos secos, quão grande destruição.
Mas nem sempre foi assim
CIANO minha paixão
Esse azul outrora já foi belo
Dentro do meu Coração.
Wagner Alcântara
Azul da cor do mar
Azul é o seu olhar
Onde quero navegar.
Navegar pra me perder
Mergulhar em seu olhar
Ninguém irá me buscar
Se nesse azul me afogar.
Nas profundezas tuas
encontrei destruição
Não havia carinho, felicidade, compaixão
Havia um vale de ossos secos, quão grande destruição.
Mas nem sempre foi assim
CIANO minha paixão
Esse azul outrora já foi belo
Dentro do meu Coração.
Wagner Alcântara
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