quinta-feira, 21 de maio de 2009

Lusa Nação

Tu eis a última Flor do Lácio
Flor de imensurável beleza
Quão rica e linda tu eis
Amada Língua Portuguesa.


Mãe de tantas Pátrias
Tu eis uma grande nação
Carregada com tantos sotaques
Faz tantos povos irmãos.


Os mares do descobrimento
Os quais Cabral desbravou
Levaram encanto e magia
Do seu infinito esplendor.


Aqueles que querem te dominar
Aviso não ser fácil missão
São pontos e vírgulas, agudos e graves
Para dar-te interpretação.


No globo tu eis conhecida
Como um mar de sonoridade
Mas o mundo em ti admira
A bela palavra saudade.


E agora, assim, então, me despeço
Querido, amado, leitor
Esses versos são simples, eu juro
Não são de nenhum trovador.





Wagner Alcântara

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Maximizar

O meu amor é como uma carruagem

Guiada por cavalos desgovernados

Para aonde o guiarão, não vou pensar

Outro dia, quem sabe, o amanhã dirá.


O que menos importa é a direção

Um caminho com ou sem escalas

Há um horizonte me esperando

E uma estrada sob o negro manto.


Por mais bonito que seja o bordado

A mão que o fez, pode desfazê – lo

Todo o amor será perdoado

Para quem não compreendê – lo.


Viver a vida sem reservas, porquês ou blá, blá, blás

Chega de lero, lero; quero experimentar

Com tantas possibilidades não vou me limitar

Como o amor nunca é demais quero MAXIMIZAR.





Wagner Alcântara

Ciano

Azul da cor do céu

Azul da cor do mar

Azul é o seu olhar

Onde quero navegar.


Navegar pra me perder

Mergulhar em seu olhar

Ninguém irá me buscar

Se nesse azul me afogar.


Nas profundezas tuas

encontrei destruição

Não havia carinho, felicidade, compaixão

Havia um vale de ossos secos, quão grande destruição.


Mas nem sempre foi assim

CIANO minha paixão

Esse azul outrora já foi belo

Dentro do meu Coração.





Wagner Alcântara