O meu amor é como uma carruagem
Guiada por cavalos desgovernados
Para aonde o guiarão, não vou pensar
Outro dia, quem sabe, o amanhã dirá.
O que menos importa é a direção
Um caminho com ou sem escalas
Há um horizonte me esperando
E uma estrada sob o negro manto.
Por mais bonito que seja o bordado
A mão que o fez, pode desfazê – lo
Todo o amor será perdoado
Para quem não compreendê – lo.
Viver a vida sem reservas, porquês ou blá, blá, blás
Chega de lero, lero; quero experimentar
Com tantas possibilidades não vou me limitar
Como o amor nunca é demais quero MAXIMIZAR.
Wagner Alcântara